Diversidade Cultural


23/09/2009


 

A idéia de diversidade está ligada aos conceitos de pluralidade, multiplicidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade e variedade. E, muitas vezes, também, pode ser encontrada na comunhão de contrários, na intersecção de diferenças, ou ainda, na tolerância mútua.

Escrito por Gabriel às 11h24
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Tribo: Micareteiros


Essa tribo normalmente é fã do tradicional carnaval de Salvador e espera com ansiedade o mês de fevereiro. No entanto, esses foliões sempre muito agitados e festeiros não conseguem ficar sem o ritmo da folia por muito tempo, e para prepararem o fôlego aproveitam as micaretas, que acontecem durante os 12 meses do ano nos quatros canto do país. São nos carnavais fora de época que os representantes da música popular brasileira, principalmente os de axé music, ganham as atenções do público, que comandam toda a folia, banhada com muita música, abadás, pegação e paqueras. Quem pensa que a palavra Micareta é uma criação tipicamente brasileira se engana. Pois, a folia é resultado de uma antiga festa francesa, a Mi-carême, que acontecia no país desde o século XV, sempre no meio da quarentena - período que antecede a Páscoa

Existe alguns provérbios e acessórios da Micareta, que não podem ficar fora da festa como:

 

Abadá - Vestuário obrigatório, com diferentes estilos, formatos e enfeites. Normalmente em forma de regata, que as mulheres cortam e estilizam de formas diferentes; Barangar - Beijar uma pessoa que não é considerada "bonita"; Ir Patrão – Entra VIP, com open bar gratuito; Beijar a Roda - Beijar pessoas de um mesmo grupo de amigos ou amigas; Chegar beijando - O nome já diz tudo, se aproximar de alguém e já beijar de cara, sem conversa alguma( o que costuma muito acontecer); Chicleteiro - Micareteiros viciados em Chiclete com Banana, exaltados com músicas como, “chicleteiro eu, chicleteira ela...” ou “Oh maluquete de quem você é tiete, eu sou, sou tiete do chiclete”, entre outras; Zerar - Não beijar ninguém na balada; Casar - Beijar uma única pessoa por muito tempo ou ficar a festa inteira com ela; 2 dígitos - Beijar mais de 9 pessoas e menos de 100; Passar o Rodo - Beijar vária(o)s menina(o)s durante o evento, com o objetivo de chegar aos "2 dígitos"; Esquenta - Beber antes de entrar, indispensável para o ínicio da micareta. Normalmente, acontece nos estacionamentos do evento com muitas pessoas, bebidas e curtição. Às vezes, devido ao dinheiro ou por ter esgotado os ingressos, muitos foliões vão até o esquenta e não entram na festa; Guia- Colares feitos de miçangas coloridas representativas de orixá, na religião de umbanda. Entretanto, muito usadas em micaretas, com esse colar os foliões se identificam por ser micareteiro ou não. A cor tradicional é azul com branco.

Escrito por Gabriel às 11h24
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05/09/2009


Tribo: Academia

Muitas vezes os sarados são subestimados: é comum que sejam taxados de “bombados”, ou “bolados”. Porém, existe todo um esforço para conquistar tal fisionomia invejável: alimentação adequada, disciplina com a malhação, uso de suplementos, e principalmente, pique e determinação (esses dois últimos, raros de se encontrar na maioria das pessoas).

A tribo dos sarados está presente em academias, parques, trilhas, ciclovias… Tudo que valer como um exercício físico é um ponto positivo para eles. Os sarados de verdade não deixam de malhar mesmo na sexta-feira, após um cansativo dia no trabalho ou faculdade. Porém, existem aqueles que tendem ao exagero da malhação, e acabam recorrendo ao “lado negro” do mundo dos sarados: o uso de anabolizantes está muito disseminado hoje em dia. Além disso, há os que não possuem conhecimento sobre esse assunto e acabam não se alimentando direito, o que na hora do exercício pode ocasionar desmaios ou lesões corporais.

Escrito por Gabriel às 15h38
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Tribo: Surfistas

Introduzido no Havaí por um rei polinésio, em que pranchas de madeira eram utilizadas, o surf era inicialmente praticado por canibais da ilha Chuka-Chuka (no Havaí).

Porém, quando o havaiano Duke Paoa Kahanamoku venceu um campeonato em 1912, na cidade de Estocolmo, ele passou a ser um forte divulgador do esporte, e o surf começou a se tornar conhecido.

A partir de 1950, o esporte se tornou popular nos EUA, e nas décadas seguintes, outros países ricos em ondas, se tornaram famosos por seus campeonatos e associações de Surf, como a Austrália ou a Indonésia. O atual campeão de surf mundial é Kelly Slater (nove vezes campeão!).

O surfista de verdade faz questão de ser bem equipado: além da prancha, e o leash (corda que liga a pranha à perna), lycras e outros equipamentos são bem vindos.

A tribo do surf geralmente faz questão de ir no final de semana para o litoral,Os surfistas normalmente fazem questão de andarem com outros da mesma tribo e apresentam um certo repúdio às baladas, grifes e vida noturna agitadíssima. Preferem aproveitar o dia na praia pegando onda, e à noite, cansados, escutarem uma música à la Jack Jonhson. No geral, são pessoas que preferem a tranquilidade.

 

Aqui algumas gírias comuns à tribo surfista:

 

Drop: descer a onda até em baixo

Big rider: surfista que é bom e gosta de pegar ondas grandes

Bro: abreviação de brother (irmão)

Pró: surfista muito bom ou profissional

Maroleiro: surfista que só vai nas ondas pequenas

Marola: onda pequena

Pipeline: onda em formato de tubo

Prego: surfista ruim

Só: "pode crer"

Swell: ondulação.

 

 

Escrito por Gabriel às 15h33
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Tribo: Patricinhas

Há quem diga que elas são fúteis, metidas e que vivem em um mundo cor de rosa gastando dinheiro com roupas e acessórios, salão de beleza, mas a vida de uma patricinha não é feita apenas de shopping, moda, beleza e glamour. Ao contrário de que muitos pensam nem toda patricinha é rica, metida e sai estourando o limite do cartão de crédito por aí, elas são que nem todas as garotas, com a diferença de que se preocupam bastante com o visual e a boa aparência e isso não significa que não estudam e não tão nem aí para nada exceto para a beleza.

Em São Paulo existem muitas patricinhas, desde aquelas mais abastadas que freqüentam o eixo Iguatemi-Daslu-Oscar  Freire, até as que se vestem e com roupas da popular rua José Paulino. Para as elas o importante não é ter dinheiro, mas sim estilo e vontade de se arrumar. Para Luisa, 18, o importante é querer estar bem vestida, com o cabelo bonito e unhas feitas, sem se esquecer da maquiagem, ela que é freqüentadora assídua do Iguatemi sempre quando pode dá uma passadinha lá para ver as ultimas novidades, mas ela diz que usa de tudo “não tenho problema de usar uma roupa da C&A, por exemplo, se ela for bonita e eu gostar não tem porquê não, acho importante saber combinar as peças, as vezes tem gente que está só com roupas de marca e está brega, assim não dá!”

 

Abalar: Estar linda, Arrasar..

Babado: Confusão.

Chocar: Impressionar.

Clean: Visual limpo..

Cute: Fofo.

Dar um tapa: Se produzir. .

Fazer uma noite: Sair pra noite com a intenção de arrasar.

Fofo: Bonito.

Hi: Oi. ..

In: Está na moda.

Look: Visual.

Looser: Alguém fracassado.

Makeover: Remodelagem.

Miga: Amiga.

More: Amor ou amiga.

Na Night: Qualquer lugar à noite. .

Out: Está por fora.

Passado: Que está fora de moda.

Show: Demais.

So so: Mais ou menos.

Totally: Totalmente.

Unfashion: Uma pessoa brega.

Whatever: Que seja

Escrito por Gabriel às 15h12
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Tribo: Skatistas

O skate nasceu nos Estados Unidos, mais precisamente na Califórnia, na década de 60 pelos surfistas. Não satisfeitos em surfar apenas nas ondas inventaram uma nova espécie de prancha sobre as quais eles pudessem surfar também nas épocas de maré baixa. A principio foi batizado de sidewalk surf  e em 1965 surgiram os primeiros campeonatos da modalidade. Mas foi nas décadas de 70 e 80 que o esporte se popularizou.

Na cidade de São Paulo existem muitos adeptos do esporte, e muitos deles são vítimas de preconceitos, pois muitos acham que skate é coisa de vagabundo que não tem o que fazer. Muitos garotos feras sobre as rodinhas conseguem se dá bem e competir em campeonatos de alto nível nacional e internacional, como o X Games, por exemplo, que roda o mundo e atualmente está na Ásia.

Skatistas brasileiros se dão muito nem no assunto, como é o caso do mineirinho, Sandro Dias, o único na historia a faze a manobra de 900°, e Bob Burnquist.Este ultimo é o skatista mais bem sucedido e o inventor da Mega Rampa que esteve a pouco tempo em São Paulo.

Alem de mandar bem nas manobras , o skatista tem um visual próprio. Um skatista que se preze nunca deixa de lado as suas marcas preferidas como, Vans, Hurley, QIX, Element entre outras.

Escrito por Gabriel às 15h03
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